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Poluição Química:

É causada pela presença de produtos químicos nocivos à saúde humana. Os poluentes químicos podem ser divididos em duas categorias: biodegradáveis e bioacumulativos.
Os poluentes biodegradáveis são aqueles que depois de um período se decompõe com a ação de bactérias. O acúmulo de substâncias orgânicas na água facilita a proliferação de bactérias que consomem todo o oxigênio presente, fazendo com que a vida marinha se extinga.
exemplo: Detritos fecais são os principais poluentes dos esgotos domésticos. Contém bactérias coliformes e restos orgânicos.
Os poluentes bioacumulativos são aqueles que permanecem na natureza ou no corpo de seres vivos, não se decompondo nem sendo liberado de nenhuma maneira fisiológica. Quando presente na água, pode causar problema de contaminação nos alimentos, tais como peixes e crustáceos, fazendo com que essa substância, quando ingerida, esteja presente nos organismos vivos.
exemplo: o DDT (dicloro-difenil-tricloroetano) é o mais conhecido inseticida do grupo dos organoclorados, sendo muito usado como pesticida. Foi proibido primeiramente em países como Suécia e Brasil, por ser apontado como principal causa de extinção de diversas aves de topo de cadeia.

Poluição Térmica:

É causada pela rejeição, das indústrias, de grandes quantidades de água aquecida utilizada no processo de refrigeração de refinarias, siderúrgicas e usinas termoelétricas.
No caso dos seres vivos, esse tipo de poluição afeta as atividades químicas que acontecem nas células, fazendo com que haja necessidade de aumento do ritmo respiratório.
Além de afetar os seres vivos, também compromete a dissolução de gases na água, como, por exemplo, o oxigênio, prejudicando a respiração de peixes e outros animais marinhos.

Poluição Biológica:

É causada por microorganismos patogênicos existentes na água. Essa água pode conter:
- bactérias que podem provocar infecções;
- vírus que podem provocar hepatite;
- protozoários que podem provocar giardíase e amebíase;
- vermes que podem provocar esquistossomose.

Poluição Sedimentar:

É causada pelo acúmulo de partículas em suspensão. Isso ocorre quando uma partícula contaminada é carregada pelas chuvas para os rios.
A poluição sedimentar bloqueia a entrada de raios solares, prejudicando a fotossíntese de plantas aquáticas.

Poluição Radioativa:

É causada por materiais radioativos e lixo atômico.
As experiências com materiais radioativos têm liberado enormes quantidades de resíduos na atmosfera. O ar é responsável por espalhar esses resíduos por todas as regiões da Terra. Ao passar do tempo, esses materiais suspensos são trazidos para o solo e oceanos, onde será absorvida pelos seres vivos.
O lixo atômico é liberado por usinas nucleares que encontram um enorme problema em armazená-lo.

Amebíase: É uma infecção causada por protozoário ou parasita que normalmente se restringe ao intestino.
Pode ser adquirida ao beber água contaminada com detritos fecais que tenham presentes cistos da Entamoeba.
Febre Tifóide: É uma infecção causada por bactéria que pode levar à morte se não for tratada.
É adquirida através da ingestão de água contaminada e normalmente ocorre em lugares que não possuem saneamento básico.
Ascaridíase: É uma patologia causada por verme. É adquirida quando se consome ovos infectados pelo parasita que pode ser encontrado na água.
Cólera: É uma diarréia aguda causada por uma bactéria que reproduz rapidamente no intestino. É transmitida através da ingestão de água contaminada por fezes.
Desinteria Bacilar: É uma infecção causada por uma bactéria. A infecção acontece com o contato com a água e alimentos contaminados.
Esquistossomose: Infecção causada por verme parasita.
As larvas desse verme parasita se desenvolvem na água que, a partir de sua evolução, contamina os seres humanos com que tiverem contato com essa água contaminada.
Hepatite A: É uma inflamação do fígado causada por um vírus. A contaminação da água se dá pelas fezes de pacientes.


É um fenômeno gerado pela eutroficação do ambiente aquático devido ao descarte de lixo orgânico nas águas, onde algumas algas unicelulares tóxicas sofrem uma explosão populacional, o que gera a morte de vários seres aquáticos, pois consomem todo o oxigênio disponível.
O ambiente fica avermelhado devido à coloração desse tipo de algas.
Acontece devido à poluição das águas, que propicia esse desequilíbrio e pode provocar envenenamento das águas e a morte de outras espécies marinhas.

É de conhecimento geral que, sem água, não há vida, e que o corpo dos seres vivos é majoritariamente constituído por água. É fácil demonstrar que sem água não há vida. Se colocarmos sementes em dois vasos com terra, mas só regarmos um deles, apenas nascerá plantas no que foi regado. Assim, nos desertos puros, onde não há água, nem chove, não há vida; já nos oceanos, lagos, pântanos e rios, onde abunda a água, pululam seres vivos.
É por isso que, em toda a Terra, é fundamental preservar e não poluir as zonas úmidas - não só por conterem uma grande diversidade e quantidade de seres vivos, como também por serem reservas de água muito importantes para nós e para os seres vivos de que dependemos.
Não podemos continuar a poluir a Terra como temos feito, pois podemos atingir um estado de poluição tal que não será possível a vivência humana no nosso planeta-lar. Portanto, sem água não há vida humana, e sem a biodiversidade também não sobreviveremos na Terra, já que dependemos total e completamente da fauna e da flora existente.
Se conseguirmos, desta maneira, alertar e educar bem e claramente as pessoas, talvez as próximas gerações se tornem mais conscientes, e talvez o futuro não esteja completamente perdido.

Temos que fazer algo urgente para mudar a situação, pois a mãe natureza não está suportando mais. As catástrofes naturais estão atingindo o mundo de uma forma que ninguém sabe explicar. O planeta está sendo totalmente destruído! Devido ao grande calor - o que ocasiona o derretimento das geleiras -, já há a possibilidade de que enormes cidades, como o Rio de Janeiro, sumam do mapa. Se continuarmos a jogar lixo nos rios, provocar queimadas e etc., daqui a alguns anos não teremos mais para onde recorrer.


Um dos principais tipos de lixos jogados no mar são as sacolas de plástico. Elas possuem um período de vida curtíssimo e demoram centenas de anos para se decompor.
O problema das sacolas plásticas é que, por exemplo, se uma tartaruga que se alimenta de água-viva se confunde, ela acaba consumindo a sacola, o que leva à sua morte.
O lixo presente no mar é responsável por cerca de um milhão de mortes por ano de aves e mamíferos marinhos.
Uma das alternativas para reduzir o uso de sacolas plásticas seria a reciclagem, mas como as pessoas as descartam errado geralmente não é possível.
Portanto, as opções que seriam mais viáveis para acabar com o uso de sacolas plásticas seriam as bolsas de feira, as sacolas retornáveis, carrinhos e caixa de papelão.
A ideia é recusar
SEMPRE as sacolas de plástico, por isso quando recusar informe-nos e clique no botão ao seu lado direito 'EU RECUSEI'.

As águas poluídas por efluentes líquidos industriais podem causar contaminação por metais pesados (como o chumbo, o zinco, o alumínio e, principalmente, o mercúrio), que geram tumores hepáticos e de tiróide, alterações neurológicas, dermatoses, rinites alérgicas, disfunções gastrointestinais, pulmonares e hepáticas. No caso de contaminação por mercúrio, podem ocorrer anúria e diarréia sanguinolenta.

  • De olho nos mananciais:

A campanha De Olho nos Mananciais é uma campanha de esclarecimento sobre a situação das fontes de água que abastecem as grandes cidades, começando por São Paulo, e de mobilização para promover o uso racional da água. A campanha pretende mostrar que a ameaça de escassez de água nas grandes cidades tem relação direta com poluição e desperdício. A campanha é uma ação do Instituto Socioambiental (ISA) e prevê o desenvolvimento de diversas parcerias, em especial com entidades da sociedade civil que atuam nas regiões de manancial de São Paulo.

  • Projeto lixo marinho

O Projeto Lixo Marinho surgiu com a idéia de estabelecer um Programa Brasileiro de Monitoramento do Lixo Marinho, vista a eminente necessidade de ações mitigadoras e corretivas em relação a este problema da poluição marinha. Como a implementação de um Programa sólido e bem estruturado, e ainda em nível nacional, mostrou-se uma tarefa complexa, foi proposta a constituição do Projeto Lixo Marinho composto por diversas frentes de ações que juntas tornam possível a criação do referido Programa.

  • Projeto Tiête

A Sabesp é responsável pelo Projeto Tietê, um dos maiores programas de saneamento ambiental do Brasil.Seu objetivo é coletar e tratar os esgotos de cerca de 18 milhões de pessoas da Região Metropolitana de São Paulo, melhorando as condições ambientais e de saúde pública.

  • Programa onda limpa

O Programa Onda Limpa é o maior projeto de recuperação ambiental do litoral brasileiro. No total serão investidos R$ 1,9 bilhão, sendo R$ 1,5 bilhão na Baixada Santista e R$ 500 milhões no Litoral Norte para garantir o afastamento e tratamento de esgotos.
Na Baixada Santista, o programa ampliará de 53% para 95% o índice de coleta de esgoto e tratará 100% do coletado. Serão beneficiadas 3 milhões de pessoas, entre população fixa e flutuante, das cidades de Santos, São Vicente, Praia Grande, Guarujá, Itanhaém, Peruíbe, Mongaguá, Cubatão e Bertioga.
Em 2008, foi lançado o Programa Onda Limpa Litoral Norte, que beneficiará 600 mil pessoas nos municípios de Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba. Até 2015, o programa elevará o índice de coleta de esgoto da região de 35% para 85%, tratando 100% deste total.

  • Programa córrego limpo

O Programa Córrego Limpo prevê o aprimoramento dos sistemas de coleta de esgotos. Para isso, uma força-tarefa da Sabesp executa obras para ampliar as redes existentes, eliminar os lançamentos clandestinos de esgotos nos córregos e galerias de águas pluviais e também melhorar os sistemas de envio de esgotos às estações de tratamento. Os empreendimentos possibilitarão, ainda, o aumento do número de residências conectadas às redes da Sabesp, o que significa mais esgotos coletados e tratados.



























Com o intuito de buscar soluções para os problemas dos recursos hídricos da Terra, foi realizado no Japão, entre 16 e 23 de março de 2003, o 3° Fórum Mundial de Água. Políticos, pesquisadores e autoridades de diversos países aprovaram vários documentos que visam à tomada de atitudes para resolver os problemas hídricos mundiais. Estes documentos reafirmam que a água doce é extremamente importante para a vida e saúde das pessoas, e defende que, para que ela não falte no século XXI, alguns desafios devem ser urgentemente superados: o atendimento das necessidades básicas da população, a garantia do abastecimento de alimentos, a proteção dos ecossistemas e mananciais, a administração de riscos, a valorização da água, a divisão e a eficiente administração dos recursos hídricos do planeta.
Embora muitas soluções sejam buscadas em esferas governamentais e em congressos mundiais, no dia-a-dia todas as pessoas podem colaborar para que a água doce não falte no futuro. A preservação, a economia e o uso racional da água devem estar presentes nas atitudes diárias de cada cidadão. A pessoa consciente deve economizar, pois o desperdício de água doce pode trazer perigosas conseqüências num futuro pouco distante.

A primeira estação de tratamento de água foi construída em Londres, em 1829, e tinha a função de coar a água do rio Tamisa em filtros de areia. A idéia de tratar o esgoto antes de lançá-lo ao meio ambiente, porém, só foi testada pela primeira vez em 1874, na cidade de Windsor, Inglaterra. Não se sabia como as doenças "saíam do lixo e chegavam ao nosso corpo". A idéia inicial é que vinham do ar, pois o volume de ar respirado por dia é muito superior ao volume de água ingerido. Porém com a descoberta de que doenças letais da época (como a cólera e a febre tifóide) eram transmitidas pela água, técnicas de filtração e a cloração foram mais amplamente estudadas e empregadas.
Atualmente, é consenso que o esgoto, industrial ou doméstico, precisa ser tratado antes de ser lançado nos mananciais, para minimizar seu impacto no meio ambiente e para a saúde humana. Esse tratamento é feito nas chamadas estações de tratamento de esgoto. Infelizmente, no Brasil, 62% da população não têm saneamento básico. Do esgoto coletado, menos de 20% é tratado antes de ser devolvido para os rios e outros mananciais. Certamente a água nunca vai acabar, já que ela fica re-circulando entre os reservatórios (rios, oceanos, atmosfera), tanto na fase líquida, como na fase gasosa ou sólida. A questão é que quanto mais poluída for a água, mais caro será seu tratamento, e no futuro, a água de qualidade poderá ser privilégio de poucos.

Aqui vai algumas dicas para evitar a poluição da nossa água:
- não jogue lixo nas águas dos rios e mares;
- não canalize o esgoto diretamente para os rios;
- não desperdice água, em casa ou em qualquer outro lugar;
- observe se alguma indústria está poluindo algum rio e avise as autoridades sobre a ocorrência;
- não jogue óleo de frituras ou restos de comida em pias ou na privada pois, além de causar entupimentos, dificulta o tratamento do esgoto;
- não jogue lixo no vaso sanitário como fio dental, absorventes femininos e cabelos, isso evita entupimento.

E NÃO SE ESQUEÇA...

FAÇA XIXI NO BANHO!

O blog do grupo AGITA, Associação Global de Incentivo ao Tratamento da Água , tem o objetivo de transmitir maior conhecimento e viabilizar a todos as formas de auxiliar a preservação das águas e a biodiversidade nela contida. Os membros do grupo são: Aryel Moschella, Flávia Minassa, Lukas Fakhouri, Misia Pedrozo e Raíssa Jorgenfelth.

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